“Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino”.
Natasha. E isso deveria bastar.
(…) números ímpares, conversas na cozinha, cheiro de café e de fósforo queimado, passar horas em livrarias, cigarra cantando, horário de verão, sorrisos, abraços, ressaca.